sexta-feira, 30 de abril de 2010

Você sabe que tem TDA/H quando...

O que alguns leitores da revista especializada em DDA americana ADDitue Magazine responderam !



1. Você não consegue achar suas chaves do carro ou as chaves reserva e seu marido ou esposa esta hesitante em lhe emprestar a dele(a) com medo que você as perca também.

2. Você não consegue ver o despertador do lado da cama por causa da pilha de livros que está lendo -- ao mesmo tempo.

3.Você compra outro organizador de arquivos, para organizar os outros cinco que você já tem.

4. Você procura desesperadamente por seus óculos e eles estão sobre sua cabeça, ou você encontra o controle remoto da TV dentro da geladeira.

5.Você não consegue ver nada além da pilha de papel que está em cima da sua escrivaninha mas, se alguém te pede por um documento específico você surpreende e diz "Ah está aqui nesta pilha."

6. Você esquece, durante o banho, que está tomando banho.

7. Você para em frente a um sinal de PARE e espera até que ele fique verde.

8. Seus alunos te lembram do que você estava falando antes de distrair-se com um espirro de um deles.

9. Enquanto considera a resposta para a pergunta de um teste, fique tentanto imaginar o que terá no jantar.


10. A pessoa sentada atrás de você chama sua atenção, assim como o ar condicionado ligando e desligando, aquela luz fluorescente piscando sobre você, os pássaros que voam perto da janela e o modo como o vento mexe as folhas lá fora. T

11. Desculpa, qual é mesmo a pergunta?

12. Para sair e fazer compras, são preciso pelo menos três tentativas.

13. Você tem dinheiro o suficiente no banco para pagar suas contas e no entanto, você constantemente esquece disso.

14. You're talking on the phone and have a moment of panic where you ask, "WHERE IS MY PHONE?" and tell the person on the other end of the line that you've lost your phone.
roneydapony, ADDitudemag.com forums member

15. Você perdeu algo que precisava... e você nem saiu da cadeira.

16. Você se pergunta de onde vem esse som estranho que todos os outros carros estão fazendo para dali há 15 minutos perceber que estava dirigindo com o freio de mão puxado.

17. Você digita um número e quando a pessoa atende, você esquece pra quem ligou.

18. Você chega em casa à noite sai do carro, preocupado se trancou a porta do passageiro, sai do carro e dá a volta para checar. No dia seguinte acorda e vê trancou a porta do passageiro, mas deixou a do motorista completamente aberta.

19. Seu/sua namorado(a) pede que você lhe traga uma xícara de café e você lhe traz um sanduíche de queijo com presunto. r


20. Você começa a limpar a cozinha... e encontra algo que deveria estar no escritório. Você vai para o escritório e guarda o objeto que deveria estar lá, senta-se em frente ao computador para checar seu e-mail mas acaba acessando seu orkut ou facebook, decide responder uns scraps e ver atualizações dos outros. Horas depois lembra de tudo o que deixou por fazer na cozinha.

21. Você se prepara para sair de casa a tempo de chegar na hora no consultório do médico mas está tão preocupado(a) com coias do trabalho que acaba dirindo para aquela direção e acaba chegando atrasado na consulta.

22. Você prefere ter sua bolsa roubada a sua agenda! Você pode repor as coisas que estavam na bolsa, seria um incomodo só, mas pode ser feito. Agora, sua agenda... é sua vida inteira que está lá.

23. Numa festa, acaba sempre pegando da mesa o copo dos outros e nunca o seu.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O que o TDA/H tem??

Tanto adultos quanto crianças compartilham sintomas de TDA/H. A tríade sintomatológica clássica é constituída pela desatenção, impulsividade e hiperatividade. As crianças com TDA/H podem ser mais facilmente identificadas do que os adultos, isso porque costumamos não pensar no adulto como portador do quado mas, como alguém que não demonstra força de vontade o suficiente para ser menos esquecido e mais organizado, por exemplo. Além do mais, muitos adultos não sabem que sofrem desse transtorno e muito menos que existe tal quadro em adultos.

Como os primeiros estudos em adultos só foram realizados na década de 80 e, pelo menos no Brasil, não foram amplamente divulgados. Algumas gerações cresceram acreditando serem mesmo incapazes, burras, cabeças-de-vento e relaxadas, como se estas coisas estivessem sob controle dessas pessoas que só não mudaram porque não tiveram vontade.

Características visíveis do transtorno:

A Desatenção ou Tendência à Distração se apresenta da seguinte forma:

- Dificuldade em prestar atenção à detalhes ou errar por descuido em atividades escolares, acadêmicas e profissionais;
- Dificuldade de manter a atenção em atividades que parecem exigir demais, que de cara parecem difíceis ou que não despertem interesse. Atividades que precisam ser feitas independente de a pessoa gostar ou querer fazer;
- Parecer não escutar quando lhe dirigem a palavra;
- Não seguir instruções e não terminar o que começa (atividades profissionais, domésticas, escolares, acadêmicas..);
- Dificuldade em organizar atividades e tarefas;
- Evitar ou relutar em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante;
- Perder objetos necessários para tarefas e atividades;
- Ser facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa e apresentar esquecimento em atividades diárias;

A Hiperatividade se manifesta através dos seguintes sintomas:

- Agitar as mãos ou pés e remexer-se na cadeira;
- Levantar-se em situações onde deveria permanecer sentado
- Tamborilar os dedos na mesa;
- Falar e gesticular em demasia;
- Dificuldade em envolver-se silenciosamente em atividades de lazer.

A Impulsividade pode se apresentar da seguinte forma:

- Terminar as frases dos outros;
- Monopolizar a conversa;
- Ser constantemente o centro das atenções;
- Dificuldade em esperar sua vez;
- Dificuldade em ser paciente diante de situações em que não tem controle.
- Impulsividade na infância pode se manifestar na idade adulta na forma de compulsão. Gastar ou comer excessivamente.
- Falta de planejamento;
- Dificuldade em pensar à médio e longo prazo.

É importante lembrar que essas características podem ser apresentadas por todo mundo em diversos momentos da vida,logo é importantíssimo que não se faça um auto-diagnóstico e sim, que se procure um profissional especializado. Fatores como a duração dos sintomas de TDA/H, a freqüência e a intensidade dos sintoma, a persistência destes e o prejuízo que eles causam são fatores essenciais na hora do diagnóstico e só profissionais qualificados possuem as ferramentas de investigação adequadas para este trabalho.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O TDA/H tem coisas boas?

Mas é claro que sim!!!




Andei circulando por algumas comunidades do orkut que abordam o tema e, dentre outas discussões, vi um pessoal se colocando super pra baixo por terem TDA/H. Gente, existem coisas muito mais complexas e que geram muito mais sofrimento do que o quadro de TDA/H, não estou desmerecendo a condição de quem sofre com o transtorno, só sugerindo que se repense essa posição. Achei então uma boa idéia falar sobre o que o TDA/H tem de bom! Pessoas com TDA/H geralmente são:

1. Sensíveis
2. Têm compaixão
3. Empatia, conseguem se colocar no lugar do outro
4. Sentem intensamente
5. Não guardam ressentimentos
6. Têm personalidade atraente, intrigante
7. Têm bom coração
8. Fazem bom juízo de caráter
9. Têm carisma
10.São extrovertidas
11. Têm presença
12. Têm percepção acurada, parecem ver o que ninguém mais vê
13. Intuitivos (quando você não presta atenção em coisas porque está distraído, você aprende a deduzir as coisas, sabe? Juntar as peças do quebra-cabeças)
14. Observadores (pode parecer falta de atenção, mas geralmente é excesso de atenção)
15. Conseguem ver relações únicas entre coisas e pessoas
16. Veem através da superfície. Não vê tanto a "embalagem" quanto o conteúdo das pessoasL, das situações e dos problemas.
17. Visionários
18. Sonhadores
19. Visuais
20. Pensam rápido
21. Pegam rápido a parte essencial das coisas.
22. Cheios de insights
25. Inquisitivos
26. Imaginativos
27. Innovativos
28. Criativos por natureza (inclusive quando se trata de resolver problemas)
29. Inventivos
30. Flexíveis
31. Talentosos
32. Trabalham duro
33. Engenhosos
34. Originais
35. Correm riscos (as vezes isso pode ser bom! )
36. Com freqüência veem as coisas de uma forma única
37. Ótimos em encontrar coisas que estavam perdidas ( temos anos e anos de prática nessa área)
38. Multi-talentosos, conseguem até fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo.
38. Cômicos e com um ótimo senso de humor
39. Espontâneos
40. Divertidos
41. Amáveis (querido)
42. Cheios de energia
43. Entusiasmados
44. Atléticos (gostamos de nos mexer)
45. Do grupo, são os que têm menos chance de ficarem presos numa rotina chata ou de se tornarem um velhos rabugentos
46. Adaptáveis
47. Costumam fazer mais coisas porque querem do que porque deveriam.
48. Dedicados quando fazem algo que estão com vontade de fazer
49. Otimistas
50. Têm a mente aberta
51. Confiáveis
52. Não costumam ser cheios de segredos
53. Têm os pés no chão
54. Querem muito ser aceitos e estão dispostos a batalhar por isso.
55. Respondem à reforços positivos (elogios, gratificações, presentes...)
56. São rápidos e eficientes se gostam do que estão fazendo.
57. Intensos quando estão interessados em algo ou alguém
58. Difíceis de enganar
59. Leais
60. Humildes ( não é difícil desenvolver senso de humildade quando sempre tem alguém lhe dizendo o que há de errado com você)
61. Resilientes (a capacidade do indivíduo sobrepor-se e construir-se positivamente frente as adversidades)
62. Apaixonado pelas coisas que faz
63. Tenazes, obstinados



E aí? Aposto que nem foi tão difícil encontrar mais de uma qualidade com as quais os TDA/H se identificam né? Quando se leva uma vida que parece ter gerado mais crítica que elogios, a gente às vezes esquece do que temos de bom :)

domingo, 18 de abril de 2010

Breve História do TDA/H

O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade é o nome dado à uma síndrome neurobiológica que foi descrita pela primeira vez em1798 pelo médico e autor escocês Alexander Crichton em seu livro " An inquiry into the nature and origin of mental derangement: comprehending a concise system of the physiology and pathology of the human mind and a history of the passions and their efects." (Algo como: "Uma investigação da natureza e origem da perturbação mental: Compreendendo um sistema conciso da fisiologia e patologia da mente humana e uma história das paixões e seus efeitos". No capítulo entitulado "Attention", Crichton descreveu uma "inquietação mental":




Ele observou que "A incapacidade de prestar atenção com um grau necessário de constância a qualquer objeto, quase sempre surge de uma sensibilidade anormal ou mórbida dos nervos, o que significa que esta capacidade (de manter a atenção em um só objeto) é continuamente retirada de uma impressão para outra (querendo apontar a tendência a distração, a mudança constante de foco). Pode ter ou nascido com uma pessoa ou efeito de doenças acidentais"

Ele também falou das características hiperativas dos portadores do transtorno:

"Nesta doença de desatenção, se é que podemos chamar-la assim, qualquer coisa parece agitar a pessoa e causa a ele ou ela um grau anormal de agitação mental. Pessoas andando de um lado para o outro, um leve barulho, uma porta sendo fechada repentinamente, a mudança de temperatura, muita ou pouca luz, tudo destrói a atenção constante em tais pacientes. (...) eles têm um nome particular para o seu estado de nervos, que expressa seus sentimentos à contento. Eles dizem ter "the fidgets" (referindo-se aos movimentos impacientes comuns aos hiperativos)"

Os estudos dp Dr. Crichton foram além e abordaram também as dificuldades que as crianças com esta condição tinham na escola. Ele sugeriu que os professores passassem a ser mais observadores na sala de aula, percebendo algumas características comuns a alguns alunos - possíveis portadores do transtorno - durante aulas de gramática grega e do latim, que costumavam ser monótonas e aumentavam a tendência a distração. Ele afirmou que nem o medo de apanhar de vara (punição comum em salas de aula na época caso o aluno faltasse com respeito ao professor) e nem qualquer outro tipo de punição era suficiente para que estes alunos prestassem atenção.

O trabalho do Dr. Crichton estava há quase dois séculos a frente de seu tempo Ele descreveu com sucesso as características mais salientes deste transtorno incluindo a desatenção, a inquietação, o início precoce e como este quadro afeta o processo educacional. Suas observações sobre o que agora é conhecido como o subtido inatento do TDA/H são quase compleamente consistentes com os critérios para este transtorno usados hoje em dia e descritos no atual Manual Diagnóstico e Estatístico do Transtornos Mentais (DSM-IV).

Em 1902, Sir George Frederick Still, considerado o pai da medicina na Inglaterra, foi o primeiro professor de medicina infantil no país e apresenteu em 1902 uma série de três palestras com o nome de "Palestras Goulstonianas" sobre algumas "condições físicas anormais em crianças".




Ele descreveu o caso de 43 crianças que tinham sérios problemas em manter a atenção e a auto-regulação, que costumavam demonstrar comportamento agressivo , desafiador, resitentes à disciplina, excessivamente emotivos ou intensos, que demonstravam pouca inibição da vontade (creio ele se referia à impulsividade)s e não conseguiam aprender com as conseqüências de suas ações; embora o nível intelectual destas crianças fosse normal. O foco de Still, diferente de Crichton, estava mais nas características morais do transtorno que hoje sabe-se podem ser comorbidades bastante comuns em crianças.

"Eu diria que uma característical notável em muitos destes casos de defeito moral sem danos gerais no intelecto é uma incapacidade bastante anormal da atenção sustentada" (Still, 1902). E ele concliuiu: "existe um defeito de consciência moral que não deve ser considerado forma alguma como responsabilidade do ambiente. Still partia do princípio de que o controle moral do comportamento significava o controle da ação mediante a ideia do que é bom para todos.

Depois de da epidemia de encefalite em 1917 e 1918. muitos pediatras notaram um aumento no número de pacientes exibindo sintomas de hiperatividade, falta de foco e impulsividade. Os médicos acreditavam que esses comportamentos eram resultados de danos cerebrais causados pela encefalit, uma doença que causa inflamação no cérebro. A medida que estas crianças foram ficando mais velhas, os médicos descobriram que a maior parte delas eram na verdade muito inteligentes. Deram o nome desta condição então de "lesão cerebral mínima".

Um distúrbio com características parecidas com o TDA/H apareceu pela primeira vez no Manual Estatístico de Diagnóstico dos Transtornos mentais em 1968. Chamado de " Reação Hipercinética da Infância", seu sintoma primário era a hiperatividade. Sintomas menores incluiam a inabilidade de concentrar-se e inquietação. A ritalina, um estimulante, havia sido introduzido em meados dos anos 50 e foi usado amplamente para o tratamento de pacientes hiperativos. Profissionais da saúde mental acreditavam que a hiperatividade é uma condição infantil e que sumiria com o passar do tempo.

Nos anos 70, pesquisas começaram a focar os aspectos da desatenção no TDAH. Virginia Douglas, Ph.D., e Susan Campbell, Ph.D., determinaram que a desatenção, sonhar acordado e falta de foco estavam todos associados com impulsividade verbal, física e cognitiva. Essa pesquisa foi a inspiração para o nome Distúrbio de Déficit de Atenção(DDA, ou em inglês ADD - Attention Deficit Disorder). A versão do DSM lançada nos anos 80 incluiu critérios de diagnóstico para o DDA com ou sem hiperatividade. Os profissionais da saúde mental começaram a notar que muitos dos pais dessas crianças diagnosticadas com DDA pareciam ter os mesmos sintomas e assim foi dado início aos estudos de DDA com adultos.

No fim dos anos 80, pesquisadores introdurizam a teoria de que o DDA seria causado pela recepção ou tradução incorreta que o cérebro faria das novas informações que chegavam. A American Psychiatric Association (APA) renomeou o quadro de "Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade (DDAH) e definiu três butipos: com predomínio da desatenção, com predomínio da hiperatividade e o misto, que combina a desatenção e a hiperatividade. No então, trocou-se a palavra "Distúrbio" por "Transtorno", uma vez que a condição não é considerada uma doença, mas um transtorno que essa instabilidade na atenção, na hiperatividade e na impulsividade causam na vida do portador. Atualmente o nome é dado em referência aos sintomas do quando e não à origem.









Mais Detalhes, aqui:
Avaliação e Diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
History and Discovery of ADHD -
The History of ADHD
Entrevista com a Dra Ana Beatriz Barbosa e Silva para o programa Almanaque da Globo News

terça-feira, 13 de abril de 2010

O Início

Olá!


Há algum tempo tenho estudado o quadro de Transtorno de Déficit de Atenção e/ou Hiperatividade (TDA/H) com o foco em adultos e tenho juntado uma série de informações que considero bastante úteis para a população em geral, especialmente porque esse diagnóstico em adultos só passou à ser considerado nos últimos 20 anos e além de a maioria das pessoas não ter conhecimento disto, grande parte dos profissionais da área de psicologia também não tem muito contato com este quadro clínico.

O diagnóstico em TDA/H por ser um pouco difícil de ser estabelecido. Ser esquecido, impulsivo e hiperativo pode ser relacionado ao Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsivo, à depressão, ao abuso de substâncias entre outros. Por isso deve ser feito de forma minuciosa e detalhada. Lógico, espera-se que um profissional não leve um ano para fazer um diagnóstico, mas que também não leve 10 minutos, não é?

Hoje se sabe que o TDA/H acompanha a pessoa não só durante sua infância e adolescência mas que pode persistir até a vida adulta. A maioria dos adultos da atualidade não teve a oportunidade de passar por um processo diagnóstico diante de sintomas como o esquecimento excessivo, impulsividade em fazer e/ou dizer coisas sem pensar, tendência a distração e falta de organização e planejamento. São características que muitos de nós tomamos como sendo relaxo, falta de força de vontade, burrice e até egoísmo (estar preocupado demais consigo mesmo) e a falta de informação por parte das pessoas ao nosso redor piora ainda mais a situação. Pais, professores, amigos e colegas de escola, faculdade e trabalho podem ser críticos e detonar ainda mais a auto-estima de um portador de TDA/H. Apesar de às vezes não parecer, o próprio indivíduo já se culpa e se sente mal o suficiente por não conseguir lembrar de tudo ou divagar sem perceber no meio de uma conversa. Essa é uma das razões pelas quais é tão comum encontrar individuos com co-morbidades (mais de um diagnóstico no mesmo paciente ao mesmo tempo) de depressão e TDA/H.


A partir de agora, postarei aqui todo o tipo de informação útil sobre este transtorno e também responderei perguntas deixadas nos comentários :)


Sobre isso também é interessante ler esse artigo do hospital Albert Einstein